10 Adaptações de Livros que Vão Dominar as Telas em 2026 (Guia Completo)

Não é só hype: entenda as histórias por trás das grandes adaptações de 2026, de clássicos polêmicos a best-sellers de ficção científica. Guia completo com análise detalhada de cada livro e adaptação.

Yumi Rodrigues
Yumi Rodrigues Já vi tudo, ainda acho que tem série boa pra descobrir
23 de janeiro de 2026 15 min
10 Adaptações de Livros que Vão Dominar as Telas em 2026 (Guia Completo)
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Gente, vamos falar a verdade: 2026 chegou chutando a porta. Parece que os estúdios de Hollywood e os gigantes do streaming fizeram uma reunião secreta e decidiram que este seria o ano oficial das adaptações de livros para cinema e TV. E não estou falando de qualquer adaptaçãozinha feita às pressas, não. Estamos falando de pesos pesados, de clássicos da literatura que definiram séculos a virais do TikTok que a gente não conseguia largar.

Eu, que já devorei metade dessas páginas e estou pronta para julgar cada escolha de elenco, preparei um guia definitivo. A ideia aqui não é só te dar uma lista, mas te explicar por que essas histórias importam. O que faz um livro de 1847 causar polêmica no Twitter hoje? Por que um sci-fi sobre um professor e uma aranha espacial vai te fazer chorar?

Pegue seu café (ou aquele lanche de maratona), ajeita a postura e vem comigo nesse Top 10 que vai do romance de época ao futuro distópico.

10. Razão e Sensibilidade (Sense and Sensibility)

Capa do livro Razão e Sensibilidade Jane Austen

Autor: Jane Austen

Começamos com a mãe de todas as comédias românticas inteligentes. Publicado originalmente em 1811, este foi o primeiro livro de Jane Austen e já mostrava a que a autora veio: dissecar a sociedade com um bisturi afiado.

A balança entre o coração e a mente

A trama é focada nas irmãs Dashwood, que representam dois extremos da experiência humana. Elinor é a “razão”: comedida, lógica, sofre calada para manter as aparências e a estabilidade. Marianne é a “sensibilidade”: emotiva, dramática, se joga de cabeça nas paixões e na dor. Quando o pai morre e elas perdem a fortuna (graças às leis machistas da época), elas precisam navegar o cruel “mercado de casamentos”. O livro é brilhante porque mostra que nem o excesso de razão, nem o excesso de emoção são o caminho ideal.

O que esperar da nova versão

Em 2026, a nova adaptação para o streaming tem o desafio de atualizar essa linguagem sem perder a essência. Esperamos uma produção que ressalte a vulnerabilidade financeira das mulheres da época — um tema que Austen sempre martelou —, mas com uma dinâmica mais ágil. Se você gosta de Bridgerton mas queria algo com mais substância e diálogos cortantes, fique de olho aqui.

💡 Veredito: Jane Austen é sempre uma aposta segura. Razão e Sensibilidade é menos “fofo” que Orgulho e Preconceito, mas talvez mais profundo na análise do caráter humano. Se você quer entender de onde vieram todas as comédias românticas modernas, comece aqui.

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9. Orgulho e Preconceito (Pride and Prejudice)

Capa do livro Orgulho e Preconceito Jane Austen

Autor: Jane Austen

Se Razão e Sensibilidade é o começo, Orgulho e Preconceito é o auge. É impossível falar de romance na cultura pop sem citar Elizabeth Bennet e Fitzwilliam Darcy. Eles criaram o modelo de “enemies-to-lovers” (inimigos que se amam) que a gente consome até hoje.

Muito além do romance

O livro é uma crítica social ferrenha disfarçada de romance. Austen ataca a futilidade da aristocracia rural, a obsessão por status e a tolice de julgar pelas aparências. A “guerra” entre Lizzy e Darcy é intelectual. Eles se apaixonam não (só) porque são bonitos, mas porque um desafia o intelecto do outro. Ele precisa superar seu orgulho de classe; ela precisa superar seu preconceito inicial.

A pressão da adaptação

Fazer Orgulho e Preconceito em 2026 é um risco enorme. As comparações com a versão de 2005 (Matthew Macfadyen e sua mãozinha flexionada) e a série de 1995 (Colin Firth e a camisa molhada) serão inevitáveis. A nova produção precisa trazer uma química explosiva e, acima de tudo, entender que a ironia é a arma principal de Lizzy. Se transformarem em um romance meloso genérico, a internet vai cair matando.

💡 Veredito: Conforto literário puro. Dramas familiares, slow burn, romance de época com roupas bonitas. O tipo de coisa que a gente busca quando quer fugir do barulho. Mas não se engane: Lizzy é uma das protagonistas mais afiadas da literatura, e a adaptação PRECISA respeitar isso.

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8. O Mistério dos Sete Relógios

Capa do livro O Misterio dos Sete Relogios Agatha Christie

Autor: Agatha Christie

Saindo dos salões de baile e entrando no submundo do crime com classe. Agatha Christie publicou este livro em 1929, e ele traz uma energia muito diferente das histórias do Poirot. Aqui, temos Lady Eileen “Bundle” Brent, uma protagonista jovem, moderna (para a época) e destemida.

Sociedades secretas e espionagem

A história começa com uma brincadeira em uma casa de campo que termina em morte, levando Bundle a investigar uma organização secreta chamada “Seven Dials”. O livro mistura o mistério clássico de “quem matou” com elementos de thriller de espionagem internacional. É Agatha Christie se divertindo, com um tom mais leve e aventureiro.

Por que assistir agora?

A adaptação da Netflix, intitulada apenas “Os Sete Relógios”, é um deleite visual. Assista ao trailer:

Com apenas três episódios, ela respeita o ritmo da obra sem enrolação. O destaque absoluto é o elenco: Helena Bonham Carter e Martin Freeman trazem um peso dramático e um timing cômico perfeitos. Para quem curte mistério britânico com cenários luxuosos e figurinos de cair o queixo, é a pedida certa. Ambientada em 1925, a série captura aquela atmosfera de “festa antes do fim do mundo” do período entre guerras.

💡 Veredito: Perfeito pra quem sente falta das minisséries britânicas clássicas. Curto, grosso e delicioso. Se você curte Knives Out ou Assassinato no Expresso do Oriente, vai pirar nesse.

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7. O Retorno (The Return)

Capa do livro Odisseia edicao Ubu Editora

Autor: Homero (baseado em A Odisseia)

Aqui a gente sobe o nível cultural lá para o teto. Baseado nos cantos finais da Odisseia de Homero, O Retorno (ou The Return) promete ser uma das experiências mais viscerais do ano. Não pense em “filme de herói grego” estilo 300 ou Fúria de Titãs.

O pai de todos os traumas

O filme foca no retorno de Odisseu (Ulisses) a Ítaca depois de 20 anos longe — 10 na Guerra de Troia e 10 perdido no mar. O livro original é fundamental porque estabelece o arquétipo da “Jornada do Herói”, mas esta parte final trata das consequências. Odisseu volta quebrado, irreconhecível, para encontrar sua casa invadida por pretendentes que querem roubar seu trono e sua esposa, Penélope. É uma história sobre TEPT (Transtorno de Estresse Pós-Traumático) milênios antes de o termo existir.

Cinema de arte com elenco de peso

Com direção focada no realismo sujo e atuações de monstros sagrados como Ralph Fiennes e Juliette Binoche, essa adaptação busca mostrar o custo humano da lenda. É a desconstrução do mito. Se você quer ver atuação de verdade e uma história que sobreviveu a 3.000 anos de história humana, esse é o seu filme. Assista ao trailer:

Sobre a edição recomendada

Existem centenas de edições da Odisseia no Brasil, com tradutores como Manuel Odorico Mendes, Carlos Alberto Nunes, e muitos outros. Cada tradução traz uma abordagem diferente: alguns preferem verso rígido, outros optam por prosa mais fluida, e há quem faça “transcriações” mais ousadas.

Nossa recomendação: A edição da Ubu Editora se destaca pela qualidade excepcional. Com tradução cuidadosa que equilibra fidelidade ao texto grego com fluidez em português contemporâneo, esta edição oferece notas explicativas que enriquecem a leitura sem sobrecarregar. O projeto gráfico impecável e a escolha de papel tornam a experiência de leitura ainda mais prazerosa. É a edição perfeita tanto para quem vai ler pela primeira vez quanto para quem deseja redescobrir o clássico com novos olhos.

💡 Veredito: A adaptação promete ser densa, pesada e cinematográfica. Cinema de arte com orçamento. Ler A Odisseia antes vai te dar uma apreciação completamente nova do filme. Não é para todos — é denso, lento e devastador.

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6. A Empregada

Capa do livro A Empregada Freida McFadden

Autor: Freida McFadden

Do clássico grego para o fenômeno do BookTok. O livro de Freida McFadden virou febre por um motivo simples: ele te engana. É um thriller doméstico viciante que brinca com as nossas suposições o tempo todo.

Nada é o que parece

A premissa: Millie, uma ex-presidiária morando em seu carro, consegue um emprego na casa dos sonhos da família Winchester. Mas a patroa, Nina, é errática e cruel, sujando a casa de propósito só para ver Millie limpar. O marido, Andrew, parece ser um santo sofredor. Mas conforme Millie se aproxima de Andrew e a tensão na casa aumenta, descobrimos que ninguém ali é inocente. O livro é famoso por um plot twist no meio que vira a história de cabeça para baixo.

O filme já está entre nós

Lançado nos cinemas brasileiros em 1º de janeiro, o filme trouxe Sydney Sweeney e Amanda Seyfried para viverem esse duelo psicológico. A adaptação acertou ao manter o ritmo frenético e a sensação de claustrofobia da casa. Embora alguns críticos digam que é “filme de tela quente”, é inegável que ele cumpre o que promete: entreter, chocar e te fazer desconfiar de todo mundo. Assista ao trailer:

💡 Veredito: Não é alta literatura, é entretenimento viciante. Perfeito pra maratona com amigas. O tipo de livro que você devora em um domingo e fica pensando no plot twist por uma semana. O filme mantém essa energia - é propaganda de streaming de alta qualidade.

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5. O Cavaleiro dos Sete Reinos

Capa do livro A Knight of the Seven Kingdoms George RR Martin

Autor: George R.R. Martin

George R.R. Martin não vive só de matar nossos personagens favoritos de formas horríveis. A coletânea de contos “O Cavaleiro dos Sete Reinos” mostra um lado mais “pé no chão” de Westeros, cerca de 90 anos antes dos eventos de Game of Thrones.

A honra em um mundo sujo

Diferente da trama política complexa da série principal, aqui acompanhamos Sor Duncan, o Alto (Dunk), um cavaleiro andante gigante e de bom coração, e seu escudeiro Egg (que na verdade é o príncipe Aegon Targaryen disfarçado). As histórias são aventuras de estrada, focadas em torneios, honra, e a vida do povo comum sob o reinado dos dragões. É uma narrativa mais intimista, quase um “buddy cop” medieval.

A aposta da HBO

Estreada em 18 de janeiro, a série tem sido elogiada por trazer um respiro à franquia. Assista ao trailer:

Sem a necessidade de batalhas épicas a cada 5 minutos, o roteiro foca na relação entre Dunk e Egg. É a prova de que o universo de Martin é rico o suficiente para sustentar histórias menores e mais emocionantes. Se você cansou de ver gente sendo queimada viva e quer ver um pouco de cavalheirismo (mesmo que falho), dê uma chance.

💡 Veredito: Perfeito pra quem sente falta de Westeros. É George R.R. Martin no auge, e a adaptação tá sendo fiel. Se você traumatizou com o final de GoT, pode relaxar – essa história já tem começo, meio e (quase) fim escritos.

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4. Jogos Vorazes: O Amanhecer da Colheita (The Ballad of Songbirds and Snakes - Sunrise on the Reaping)

Capa do livro Jogos Vorazes O Amanhecer da Colheita Suzanne Collins

Autor: Suzanne Collins

Suzanne Collins sabe exatamente onde tocar na ferida. Depois de humanizar (e demonizar) o Presidente Snow em A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes, ela volta seu olhar para um dos personagens mais amados e trágicos da saga: Haymitch Abernathy.

O 50º Jogos Vorazes

O livro (e o filme, previsto para novembro) narra o Segundo Massacre Quaternário. Para quem não lembra, foi a edição em que o número de tributos foi dobrado: 48 crianças entraram na arena, e apenas Haymitch saiu. Mas o livro explora como ele venceu — usando o campo de força da arena contra os opositores, um ato de rebeldia que a Capital nunca perdoou. A história explica por que ele se tornou o alcoólatra cínico que conhecemos e como a Capital destruiu sua vida pós-vitória.

O retorno a Panem

Distopias adolescentes tiveram seu auge, mas Jogos Vorazes sempre esteve um nível acima pela sua crítica política e midiática. Ver a “arena mais mortal da história” e a juventude de Haymitch é algo que os fãs pedem há anos. Preparem-se para chorar, porque sabemos que essa história não tem final feliz — tem apenas sobreviventes. Assista ao trailer:

💡 Veredito: Essencial pra entender o universo completo. Mesmo que você saiba o final, ver a origem de tudo vai mudar como você vê os filmes anteriores. Suzanne Collins não economiza na violência ou na tragédia.

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3. O Morro dos Ventos Uivantes

Capa do livro O Morro dos Ventos Uivantes Emily Bronte

Autor: Emily Brontë

Aqui temos a medalha de bronze e a polêmica de ouro. O clássico gótico de Emily Brontë, publicado em 1847, é uma história brutal sobre obsessão, vingança e amores tóxicos nas charnecas inglesas. Não é um romance fofo; é uma história de fantasmas e gente quebrada.

A controvérsia da escalação

A adaptação de Emerald Fennell (Saltburn), que estreia em fevereiro, escalou Jacob Elordi como Heathcliff e Margot Robbie como Catherine. O problema? No livro, Heathcliff é explicitamente descrito como tendo “pele escura”, possivelmente de origem cigana ou indiana, o que é fundamental para entender o preconceito que ele sofre e que motiva sua vingança. Escalar um ator branco (Elordi) foi visto por muitos críticos e fãs como um apagamento histórico (o tal “whitewashing”) e uma simplificação da obra.

O estilo Fennell

Apesar da polêmica, a curiosidade é alta. Fennell é conhecida por seu estilo visual pop, provocativo e desconfortável. A expectativa é que ela transforme o clássico gótico em algo moderno, sujo e sexualmente carregado. Se vai ser uma obra-prima ou um desastre, só assistindo para saber, mas que vai dar o que falar, vai. Assista ao trailer:

💡 Veredito: Leia antes pra entender a polêmica. O livro é denso, poético e visceral – não é romance leve, é dor pura. A escrita da Brontë é única. Se você nunca leu, prepare o emocional. Heathcliff e Catherine têm uma das histórias de amor mais tóxicas e obsessivas da literatura.

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2. Devoradores de Estrelas (Project Hail Mary)

Capa do livro Devoradores de Estrelas Project Hail Mary

Autor: Andy Weir

A medalha de prata vai para a ficção científica mais humana dos últimos anos. Escrito por Andy Weir (Perdido em Marte), Devoradores de Estrelas (Project Hail Mary) é aquele livro que você termina querendo abraçar alguém.

Ciência, amizade e o fim do mundo

Ryland Grace (vivido por Ryan Gosling) acorda em uma nave espacial sem memória, com dois cadáveres ao lado. Aos poucos, ele lembra que o sol está morrendo, devorado por microrganismos, e ele é a última esperança da humanidade. A reviravolta mágica acontece quando ele encontra uma nave alienígena com o mesmo problema. A amizade que surge entre o humano e o alienígena “Rocky” (uma aranha de pedra que fala por música) é uma das coisas mais lindas da literatura sci-fi moderna.

A adaptação da Amazon

Chegando em março pela Amazon MGM, o filme tem a difícil missão de criar o Rocky em CGI de uma forma que seja crível e emotivo. Ryan Gosling é a escolha perfeita para o tom do livro: engraçado, desesperado e incrivelmente carismático. Se o filme capturar 10% da emoção do livro, vai ser o E.T. - O Extraterrestre da nossa geração. Assista ao trailer:

💡 Veredito: O livro é uma joia de ficção científica hard, mas acessível. Se você curte física real e astronomia, vai pirar. Andy Weir faz a ciência parecer mágica sem ser conveniente demais. A amizade entre Grace e Rocky é, sem exagero, um dos melhores personagens não-humanos da ficção científica.

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1. Duna: Messias (Dune: Messiah)

Capa do livro Duna Messias Frank Herbert

Autor: Frank Herbert

O topo da lista é dele, o Lisan al Gaib. Denis Villeneuve volta em dezembro para concluir sua trilogia com a adaptação de Duna: Messias, o SEGUNDO livro da saga de Frank Herbert.

A desconstrução do herói

Se você achou que Duna: Parte 2 teve um final “heroico”, você não prestou atenção. Messias acontece 12 anos depois. Paul Atreides é o Imperador do universo, mas sua Guerra Santa matou 61 bilhões de pessoas. O livro é uma tragédia grega no espaço: Paul é o homem mais poderoso que já existiu, mas é prisioneiro do seu próprio futuro e das lendas que criou. É um livro sobre conspirações, traição, cegueira (literal e metafórica) e o peso esmagador do poder.

O evento do ano

Villeneuve prometeu que este filme mostraria a tese real de Frank Herbert: “cuidado com os heróis”. Veremos Chalamet em uma versão mais sombria e cansada de Paul, lidando com as consequências de suas escolhas. Com o visual grandioso que já conhecemos e uma trama política densa, Duna: Messias não é apenas um filme; é o encerramento de um ciclo cinematográfico histórico. E não esquece: Duna: Prophecy, a série prequela da HBO, já tá no ar contando a história das Benne Gesserit.

💡 Veredito: Ler Messias antes é praticamente obrigatório. Sem entender a jornada política e emocional de Paul, você vai perder metade do filme. O livro é mais político, mais sombrio e muito mais trágico. É a refutação do herói escolhido — a desconstrução completa de tudo que Villeneuve construiu nos dois primeiros filmes.

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E aí, qual desses livros você vai correr para ler antes de o filme sair? Eu confesso que já estou relendo Devoradores de Estrelas só para me preparar emocionalmente para ver o Rocky na tela.

// FONTES
Yumi Rodrigues
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